Modelo, atriz e agora apresentadora, Fiorella Mattheis declara que não sofre com nenhum tipo de preconceito por ser uma atriz que começou modelando. "Se fosse assim o que diriam de tantas excelentes atrizes e apresentadoras nacionais e internacionais que iniciaram na carreira de modelo, como Alinne Moraes, Fernanda Lima, Charlize Theron, entre outras?!", defende.
Em uma família repleta de atletas, Fiorella afirma que foi direcionada para o mundo dos esportes desde pequena. "Nossas férias [dela e da família] sempre são relacionadas a algum esporte e nossos finais de semana também. Para eu praticar algum esporte é natural e faz parte do meu dia a dia, do meu bem-estar e estilo de vida", lembra.
Cursando faculdade de Jornalismo, Mattheis está bem concentrada e focada no que quer. Com tendência à comunicação, Fiorella parece estar no caminho certo. A loira começou a carreira de atriz em "Malhação", como a vilã Vivian Pimenta, e depois fez uma participação especial em "A Favorita", como Cristal. Além, é claro, de propagandas e ensaios sensuais espalhados pelo Brasil e pelo o mundo.
E falando em ensaios, para os homens de plantão que um dia sonharam em ver Fiorella Mattheis em capa de revista masculina totalmente nua, podem ficar só na imaginação mesmo. A apresentadora afirmou que não posaria nua de forma alguma.
Em entrevista ao Famosidades, Fiorella Mattheis fala sobre isso, carreira, futuro e muito mais. Depois da entrevista, Fiorella desejou: "Grata pela oportunidade de estar aqui, um grande beijo e sucesso a todos os internautas do 'Famosidades'". Confira!
FAMOSIDADES - Como foi a mudança da vida de modelo para a de atriz?
FIORELLA MATTHEIS - Foi ótima. Embora eu gostasse da liberdade de ser modelo e estar viajando para lugares diferentes o tempo todo, eu sabia que não seria uma profissão para vida toda e estou adorando o trabalho na televisão.
Durante um ano, você viveu a vilã Vivian Pimenta em "Malhação". Como foi a sua entrada na trama?
Eu tive o prazer de interpretar uma vilã logo no meu primeiro papel na TV. Ser vilã é sempre um desafio grande e complexo. O diretor Ricardo Waddington me convidou para fazer um teste. Ele me disse que estava procurando a Vivian Pimenta e ainda não havia encontrado. Fiz o teste e fui aprovada. Uma grande alegria, mas também um grande desafio!
Recentemente, você entrou para o time do "Vídeo Show". Quais foram as experiências mais interessantes que você já viveu e vive no programa?
As entrevistas com celebridades internacionais são sempre experiências bem marcantes. Entrevistar o Manoel Carlos foi especial, pois ele é uma pessoa muito humana e querida. Estou amando fazer o "Vídeo Show", e fazer ao vivo é o maior desafio. Tenho que matar um leão por dia [risos]. Há aquela adrenalina forte e ser ao vivo faz o programa ser mais interessante.
Como foi sua preparação para apresentar o "Vídeo Show"?
Eu tenho aulas com a Ana Kfouri e com a Leila Mendes, minhas preparadoras e amigas queridas. Além disso, fiz laboratórios nos programas da Ana Maria [Ana Maria Braga], "Big Brother Brasil" e "RJ TV".
O que você aprendeu ou vem aprendendo com o programa?
Todo dia novos aprendizados. Aprendo a ter coragem de fazer ao vivo, de entrevistar pessoas que antes eram mitos para mim; aprendo muito a técnica de um programa ao vivo; aprendo a trabalhar no texto.
Como é sua relação com o Luigi Barricelli, a Geovanna Tominaga, o André Marques e a Ana Furtado?
A nossa relação é de respeito e companheirismo. O programa está bem ajustado e é um sucesso! E esse resultado vem através do trabalho em equipe, onde cada um tem a consciência de que todos exercem um papel importante no conjunto.
Como o público reagiu com a sua mudança como apresentadora?
O público é sempre muito carinhoso comigo, ele é sensacional! Sempre me incentivando, mandando cartinhas, e-mail, comentários no blog, nas ruas, enfim um carinho muito gratificante. Muitos pedem para eu voltar para a carreira de atriz.
No início, ou até mesmo hoje, você sofre com algum tipo de preconceito de ser uma atriz e apresentadora que foi modelo?
De forma alguma. Por ter sido modelo sei fotografar muito bem e isso facilita muito nas campanhas publicitárias que faço. Se fosse assim, o que diriam de tantas excelentes atrizes e apresentadoras nacionais e internacionais que iniciaram na carreira de modelo, como Alinne Moraes, Fernanda Lima, Charlize Theron, entre tantas outras?!
Quais são os planos para o futuro tanto profissionalmente quanto pessoalmente?
Procuro me dedicar muito bem ao que estou fazendo no presente, pois ele determinará como será o meu futuro. Apresentar o "Vídeo Show" e o meu curso de jornalismo são os meus focos no momento. Já no futuro, tenho vontade de fazer novela e cinema.
Há algum artista em que você se baseia para fazer uma boa apresentação e atuação?
Eu sou muito antenada nas atualidades. Na medida do possível gosto de assistir ao que os meus colegas de profissão estão fazendo, porém não me baseio em uma única pessoa para traçar o meu perfil de atriz e comunicadora. Profissionalmente sou um mix da minha personalidade, do meu dom artístico e da bagagem que venho adquirindo na prática da profissão.
Como é sua relação com o esporte, já que seu pai e seus irmãos seguem carreira no automobilismo?
Meu pai foi piloto no automobilismo profissional e meu irmão mais velho, Rodolpho, corre de moto. Meu irmão do meio, o Alexandre, joga tênis e ambos trabalham nas duas equipes de Stock Car [competição de automobilismo] do meu pai. Minha mãe joga tênis e foi triatleta. Desde que me conheço por gente faço esportes através dos incentivos dos meus pais. Nossas férias sempre são relacionadas a algum esporte e nossos finais de semana também. Para mim, praticar algum esporte é natural e faz parte do meu dia a dia, do meu bem estar e estilo de vida.
Você é considerada uma das mulheres mais bonitas da TV. Como você lida com o assédio do público tanto masculino como feminino?
Quem não gosta de receber elogios? [risos] Fico muito contente e lido com naturalidade, pois creio que a beleza deve ser valorizada na medida correta. O assédio faz parte do pacote. Não me incomoda. Claro, se não for abusado e grosseiro.
Você já fez ensaios sensuais para revistas. Mas posaria nua? O que te faria e o que não te faria posar nua hoje?
Eu não posaria nua de forma alguma! Nada contra, mas para mim esse tipo de exposição não me interessa!
Você se considera uma mulher vaidosa? Como você faz para cuidar do corpo e manter a boa forma?
Sou vaidosa sem ser paranóica. Existe um conjunto de coisas que me fazem sentir bem e ficar mais bonita: no mínimo oito horas de sono por noite, trabalhar, amar, o que coloco para dentro, o que coloco para fora, exercícios físicos, e claro o meu cabeleireiro e dermatologista.
Agora que você passou pela carreira de modelo e de atriz, e agora com a de apresentadora, com o que mais você se identifica?
Adoro ser apresentadora e atriz. Pretendo conciliar as duas.
O que mais você tem "sede" em aprender? Quais são os seus desafios/metas profissionais?
Quero muito aprender uma outra língua, como o italiano. Acho belíssimo e tenho cidadania na Itália. Profissionalmente, pretendo seguir crescendo na TV, me profissionalizando cada vez mais para enfrentar os futuros desafios que certamente estão por vir.
Entrevista com Fiorella Mattheis
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Luana Piovani: "Falo a verdade e só tomo porrada"
Luana Piovani está de volta à ativa. Em cartaz com "A Mulher Invisível", filme mais assistido nos dois últimos finais de semana no Brasil, a bela falou que acredita que a sociedade precisa mesmo de um pouco de ilusão e hipocrisia.
"A luta mesmo é contra o preconceito de que mulher bonita é só bonita (...) Estou mais madura, já trabalhei muito e não quero mais provar nada", afirmou a atriz em entrevista ao jornal "O Globo", à respeito da idealização da mulher perfeita, assunto que é foco central da trama do longa.
O novo projeto de Luana a colocou de volta no posto de atriz, lugar que nunca queria ter saído. Luana agradece a oportunidade de poder retornar às telas. "Eu sou atriz, e esse é meu trabalho. Mas perdi a mão, e foram acontecendo coisas atrás de coisas. Fui salva pelo gongo", disse.
A loira não pode deixar de fazer seus comentários polêmicos. Um deles foi a respeito da sua fama de símbolo sexual, que Luana rebateu com classe: "São os outros que consideram a gente como símbolo sexual. Eu não. Tenho espelho em casa e conheço minha bunda, minha barriga, sei quando tenho espinha (...) Sei o que preciso fazer para ter o corpo de Cicareli. Mas não faço (...) até porque só uso a bunda para me sentar e nada mais", alfinetou.
Para fechar a entrevista com chave de ouro, Luana revelou que sua fama de metida vem da mania em falar sempre a verdade, que muitas vezes, é mal recebida. A atriz ainda comentou que a sociedade aceita mais a hipocrisia do que a honestidade.
"Falaram para mim que não podia mentir, que tinha que dizer a verdade. Mas eu faço isso e só tomo porrada (...) Estou chegando à conclusão de que a gente precisa ser um pouco hipócrita. A sociedade não quer alguém 100% sincero", concluiu.
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"Sou a pessoa mais feliz do mundo", diz Gisele
Em entrevista à revista "People", Gisele Bündchen falou sobre a nova vida de casada e afirmou ser a pessoa mais feliz do mundo. "Sabe qual o segredo para ser feliz? Ser grata. E eu sou muito grata", disse.
Gisele também falou sobre como foi realizar dois casamentos secretos; um na igreja de Santa Monica, Califórnia, e outro na Costa Rica. "Nos esforçamos muito para manter a privacidade. Você não tem ideia do quanto foi difícil. Mas nos divertimos muito. Temos muita sorte", contou a top.
Apesar de viver fora do Brasil, Gisele não se esquece de seu país natal e contou que iniciou um projeto ao lado de seu pai para reflorestar a Amazônia. O "Água Limpa" pretende prevenir que substâncias tóxicas contaminem a água da região por meio do plantio de novas arvores.
"Água limpa é um recurso limitado que não pode ser reproduzido. Esta é minha causa e é importante passar adiante está mensagem", afirmou Gisele.
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Entrevista com Osmar Prado
Na televisão, Osmar atuou em folhetins memoráveis como: "Verão Vermelho" (1970); "Pai Herói" (1979); "Chega Mais" (1980); "Mandala" (1987); "Pedra Sobre Pedra" (1992); "Meu Bem Querer" (1998); "Chocolate com Pimenta" (2003); "Sinhá Moça" (2006); "Eterna Magia" (2007) e "Ciranda de Pedra" (2008).
Também trabalhou em minisséries globais que receberam elogios da crítica: "Amazônia, de Galvez a Chico Mendes", "Hoje é Dia de Maria", "Os Maias", entre outros. Seu último trabalho nas telonas foi no longa-metragem "Olga" (2004), em que viveu Getúlio Vargas.
Em entrevista exclusiva ao site Famosidades, o ator comentou sobre seu novo trabalho e ainda sobre a televisão em geral. Confira!
Em "Caminho das Índias", da Globo, você interpreta o personagem Manu. Sabe-se que ele é pai de Maya (Juliana Paes) e Komal (Ricardo Tozzi) e que é casado com Kochi (Nívea Maria). O que mais se pode dizer dele? .
Manu é extremamente severo em relação ao cumprimento dos costumes indianos. Mas, ao mesmo tempo é uma pessoa contraditória porque no comércio, usa de várias artimanhas para conseguir vender seus perfumes. Ele é bem sucedido, mas faz várias falcatruas.
Como foi o trabalho de composição para este papel no folhetim de Glória Perez?
Participei de palestras. Não viajei para Índia e não pude estar nos workshops. Mas, sei das tradições e costumes indianos. Tenho muito respeito.
Na história, Maya (Juliana Paes), que é filha de Manu, terá um romance proibido com Bahuan (Márcio Garcia). Como seu personagem irá encarar esse namoro?
Ele terá duas atitudes: a primeira será de aprovação e tolerância. Porém, depois ele irá se arrepender. Como pai conservador, ele também não é a favor de que ela trabalhe fora. Ele só aceita por insistência de sua mulher.
Seu último trabalho na TV foi em "Ciranda de Pedra", como o personagem Cícero. Como surgiu o convite para "Caminho das Índias"?
Foi logo no fim das gravações. Recebi um telefonema e conversei com a Glória Perez. Esse é o meu terceiro trabalho com ela e fico sempre lisonjeado. Trata-se de uma autora talentosíssima e que sempre dá preferência a atores em que ela realmente conhece o perfil. Glória é tão cuidadosa que escreve os personagens já pensando nos atores.
Por conta desses dois trabalhos na televisão, você não teve férias?
Sempre digo que nessa minha profissão não existe isso. Minhas férias acontecem quando eu estou trabalhando. Somos artistas, criadores. Imagine, quando recebi o convite para viver o Manu eu não poderia recusar. Ele é tão rico, tão maravilhoso.
Em algum momento de sua carreira você pensou em desistir de tudo?
De maneira alguma. Sempre quis ser ator e hoje sou uma pessoa que conseguiu conquistar seus objetivos. Estou cada vez mais me aperfeiçoando, crescendo como profissional. Faço tudo com muito prazer.
Você tem 51 anos de carreira e já trabalhou em diversas novelas. O que mudou nas telenovelas nesses anos?
De forma bem simples pode-se dizer que existiram três fases. Na primeira tudo era feito ao vivo, sem videotape e as novelas eram vistas apenas em seus estados de origem. Por exemplo, se era feita em São Paulo, somente a capital poderia assisti-la. Na segunda fase, com a introdução do videotape, começaram a serem feitas cenas externas. Aí veio a TV colorida e autores maravilhosos como Dias Gomes, Walter Negrão, Janet Clair e nesse terceiro momento temos a era da alta definição e de que podemos ir para Índia gravar cenas por lá e depois ver nos estúdios do Projac as cidades cenográficas belíssimas, como se ainda estivéssemos naquele país.
E sobre o conteúdo das tramas atuais?
Claro que existem histórias que dão tudo para dar certo e são um sucesso e aquelas que não vão para frente. O conteúdo sempre tem altos e baixos. "Caminho das Índias" é uma grande produção. Cada capítulo custa 500 mil reais! Mas, hoje a Globo tem de correr para se manter na dianteira da audiência. Até porque hoje temos a Record, a Band, o SBT, todos produzindo novelas. Isso é muito bom para a classe artística e para o telespectador.
Seu último trabalho nos cinemas foi em "Olga" (2004). Existe algum outro projeto para as telonas?
Por enquanto não. Quero ficar totalmente voltado para meu trabalho atual na novela. Em "Olga" interpretei Getúlio Vargas e fiquei encantado, pois já tinha dado vida a esse personagem no teatro. Mas, acredito que meu grande trabalho no cinema foi em "Desmundo", em 2003. O filme era ambientado em 1570, época em que os portugueses enviavam órfãs ao Brasil para que casassem com os colonizadores. No elenco estavam Caco Ciocler e Simone Spoladore.
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Entrevista com Larrisa Maciel
A vida de Maysa Figueira Monjardim foi marcada por polêmicas, sucessos, melancolias e quebras de tabus. Ainda mais em uma época em que as mulheres tinham como plano de vida casar e cuidar de filhos e marido.
Por tudo isso, a vida da cantora e atriz mostra-se tão fascinante para quem acompanha a minissérie "Maysa - Quando Fala O Coração". E o público tem se surpreendido com a atuação - e semelhança - da gaúcha Larissa Maciel.
"Quando me vi pela primeira vez caracterizada como Maysa até eu mesmo achei impressionante. Aliás, todos que me conhecem pessoalmente, e aqueles que conviveram com ela, ficaram impressionados com a semelhança", diz Larissa, em entrevista exclusiva ao Famosidades.
Mas ser parecida fisicamente com Maysa não bastava. Para tanto, Larissa passou por aulas de canto, expressão corporal e fonoaudiologia para treinar a voz. Ela também dedicou parte de seu tempo lendo a biografia "Maysa: Só Numa Multidão de Amores", de Lira Neto, além de assistir 13 DVDs com shows, entrevistas e especiais para TV. Aprovada entre 200 candidatas, Larissa mergulhou de cabeça no "universo Maysa" há quase um ano. "Cheguei até a sonhar com ela", conta.
A responsabilidade era realmente grande. Não só pelo o que representou Maysa, mas pelo fato de Larissa ter sido dirigida por Jayme Monjardim. O filho de Maysa.
"Quando encontrei pela primeira vez com ele fiquei com medo de decepcioná-lo", afirma. Mas o próprio Monjardim fez questão de enaltecer o trabalho de Larissa Maciel. "Seria impossível fazer esse trabalho sem ela. Eis que nasce uma estrela", disse o diretor durante a festa de lançamento da minissérie.
Determinada, Larissa não quer ser "eternamente Maysa", pois pretende fazer muitos outros papéis. A atriz atua desde 1996 no Rio Grande do Sul.
Confira abaixo a entrevista na qual Larissa conta sobre a composição da personagem e semelhanças e diferenças com a cantora.
Como tem sido a repercussão da minissérie?
Recebi muitos e-mails e ligações me parabenizando. Estou muito feliz. Amigos, familiares e inclusive aqueles que conviveram com a Maysa, e que estiveram conosco durante as gravações, todos se disseram muito emocionados.
Como foi o processo para compor Maysa?
Há um ano, mergulhei de cabeça no universo dela. Ela morreu exatamente no ano em que eu nasci: 1977. Confesso que não conhecia profundamente sua história. Sabia como ela havia morrido e conhecia algumas músicas famosas.
Qual a principal dificuldade para ser Maysa?
Trabalhei muito para poder interpretá-la. O maior obstáculo foi a voz. Maysa tinha uma voz muito mais grave que a minha.
O diretor Jayme Monjardim, filho de Maysa, te deu algumas dicas?
Tive acesso a tudo o que ele guardou como recordação. Trabalhamos juntos desde o começo. Dei duro, mas foi tudo muito tranqüilo.
Além da série, a história de Maysa também será lançada como filme?
Sim. O longa-metragem foi filmado juntamente com o seriado. É claro que a história ficou mais focada, pois a minissérie tem apenas nove capítulos.
Como foi trabalhar com Manoel Carlos?
Quando nós recebíamos os textos do Manoel Carlos, ficávamos emocionados só de ler, pois um capítulo é melhor que o outro. Os telespectadores vão ver isso na tela.
Muitas pessoas comentam sobre a sua semelhança física com a personagem. Você se acha parecida com ela?
Nunca. Na verdade sou bem diferente dela, mas quando me vi pela primeira vez caracterizada até eu mesmo achei impressionante. Aliás, todos que me conhecem pessoalmente, e aqueles que conviveram com ela, ficaram impressionados com a semelhança. Isso para mim é motivo de orgulho.
E quanto ao temperamento forte? Existe alguma semelhança?
Nisso também sou bem diferente. A Maysa é uma mulher mais introspectiva. É uma personagem mais forte. Agora se tem algo de semelhante entre eu e ela é que ambas se entregam de corpo e alma naquilo que fazem. Nisso nós somos idênticas. Foi assim que consegui encarar a personagem e era assim que Maysa fazia com sua arte.
Famosidades
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Entrevista com Rodrigo Scarpa
Aos 28 anos, ele já tem muitas coisas em seu currículo. Conhecido atualmente como o irreverente repórter Vesgo, ao lado de Wellington Muniz, que dá vida ao personagem Silvio Santos, é um das grandes atrações do Pânico na TV, da Rede TV!.
Nascido em uma cidadezinha de Minas Gerais, assim como muitos brasileiros, ele veio para a capital paulista em busca de melhores oportunidades de trabalho. Cursou Rádio e TV pela Universidade Metodista de São Paulo e começou sua carreira artística trabalhando em uma emissora local.
Foi em 1994 que Rodrigo Scarpa começou seu contato com a rádio Jovem Pan. Como um simples ouvinte, ele passou a ligar todos os dias para o programa comandado por Emílio Surita e aproveitava o espaço para fazer humor. Por uma ironia do destino, ele se tornou estagiário de promoção na rádio, colava adesivos nas ruas e servia cafezinho e sanduíche para Luciano Huck. Antes de ingressar como o Vesgo na televisão, Rodrigo trabalhou como repórter estágiario no programa "Pânico".
Para aqueles que não aprovam o jeito irreverente e as entrevistas ousadas, Rodrigo Scarpa deixa um recadinho: "À minoria que torceu contra, e ainda torce, à minoria que levou o programa à justiça, meus sinceros cumprimentos e muito obrigado!!!! Parabéns!!!! Sem vocês não teríamos a mesma força para sempre querer crescer e se manter nesses cinco anos".
Confira a seguir a entrevista exclusiva de Rodrigo Scarpa ao Famosidades.
Quando foi que você resolveu vir para São Paulo?
Sempre amei o rádio e a televisão. Desde criança brincava com uma câmera VHS e fazia filmes caseiros, dublagens e entrevistas na rua. Não desgrudava da programação da TV na época. Era fã do Silvio Santos. Sempre sonhei em ser apresentador de TV. Na escola, adorava fazer trabalhos em vídeo. Também adoro criação e inventar roteiro. Sempre adorei esse meio. Profissionalmente trabalhei na rádio da minha cidade aos 16 anos de idade apresentando um programa de humor, onde participava também da criação. Já fiz também um site satirizando personalidades da minha cidade. Como minha paixão pelo meio de comunicação era notória desde os 13 anos, resolvi prestar faculdade de Rádio e TV, em São Paulo. Em 1999, me mudei para São Paulo, onde ganhei da UMESP (universidade Metodista de Sao Bernardo) meu tão sonhado diploma superior em Comunicação, Rádio e TV.
Quando e como foi seu primeiro contato com a televisão?
Meu primeiro contato com a TV foi em 1998, numa viagem do meu colégio em Itanhandu - MG para a platéia do programa H do Luciano Huck na TV Bandeirantes. Ficava reparando nos bastidores do programa. Nos produtores, nos câmeras, nos roteiristas, na maneira como o Luciano apresentava. Adorava muito aquele ambiente. Cheguei até a ser depilado pela Tiazinha do H (Suzana Alves) na época. Na verdade o que me seduzia mais nem era aparecer frente às câmeras, mas todo o trabalho por de trás delas. A quantidade de profissionais necessários para colocar um programa no ar. Depois desse dia, minha paixão por TV aumentou mais ainda e meu sonho de trabalhar na TV, Coincidência ou não, viria a se tornar realidade, na mesma TV Bandeirantes, no programa "Descontrole", de Marcos Mion.
Como foi trabalhar interpretando um corvo, ao lado de Marcos Mion?
Na época do corvo, aprendi muito como todo o dia a dia de um programa diário funcionava. Minha primeira experiência como repórter foram matérias frente a câmera realizadas dentro do personagem Corvo. Fazia matérias de aventuras, curiosidades, Carnaval da Band, entre outras, já com o espírito irreverente e característico da minha pessoa. Como era mascarado, me permitia errar e aprender a forma de como fazer um roteiro em uma matéria. Prender o telespectador é um grande desafio de qualquer repórter ou apresentador. Aprendi muito nessa época. Alem de ter fazer reportagens e participar do programa ao vivo, ainda era produtor, roteirista e era da equipe de criação do programa.
Você sempre ligava no "Pânico" no rádio. Foi assim que teve sua primeira chance?
Meu primeiro contato com o rádio foi quando conheci, aos 14 anos de idade, o programa "Pânico", da rádio Jovem Pan. Eu era ouvinte assíduo. Ligava todos os dias e inventava novidades como ouvinte. Usava o espaço da Jovem Pan pra colocar minhas idéias, sempre envolvendo humor, em prática. Pesquisava Piadas, passava trotes pra artistas, criava paródias, tudo isso ainda adolescente e na época de ouvinte. Liguei de 1994 e 1998 para o programa de Rádio e tive a oportunidade de conhecer pessoalmente o Emílio nessa época. Quando entrei na faculdade, consegui um estágio na Jovem Pan. Fiquei um ano colando adesivos da Jovem Pan em carros na rua e servindo cafezinho e sanduíche. Depois entrei para a produção e criação de programas como Torpedo da Pan (Luciano Huck e Galisteu), Ziper da Pan (Jairo Bauer), Pânico e File Mion (Marcos Mion). Fiquei de 1999 a 2001 na Jovem Pan. Depois fui chamado pelo Mion para entrar na TV.
Como surgiu o apelido "Vesgo"?
Quem me deu o apelido de Vesgo foi o Bola, em 1994, numa das minhas primeiras visitas no estúdio em São Paulo como ouvinte para o programa da rádio Jovem Pan. Na época, ainda adolescente, Bola insistia em me chamar de Vesgo, talvez pela minha timidez na Época, não sei... Era muito caipira mineiro essa época. Meu sotaque mineiro era carregado. O apelido Vesgo foi falado pela primeira vez na TV em uma das minhas participações como Repórter Estagiário, um repórter inicialmente sério , que visitava a casa de telespectadores do programa de TV em links ao vivo. Bola e Emilio insistiam ao vivo que eu estava Vesgo nas entrevistas. De repórter estagiário, passei a ser chamado de repórter Vesgo.
No Pânico, inicialmente você seria o repórter estagiário. Como surgiu o Vesgo e a parceria com o Silvio?
O repórter estagiário era muito sério. Surgiu apenas para entrevistar famílias e perguntar a elas se estavam gostando do programa "Pânico na TV". Essas entradas como estagiário eram ao vivo. Num desses links ao vivo, tive um momento de ousadia e resolvi lamber o rosto da entrevistada. O diretor do programa achou aquilo muito ousado, me repreendeu num primeiro momento. A diretora artística da Rede TV!, Mônica Pimentel, chegou a pedir minha cabeça para o Emílio, alegando que aquilo era muito ousado. Aos poucos fui ousando cada vez mais nas perguntas e atitudes e o repórter inicialmente sério daria lugar ao Vesgo, ousado e afiado em suas perguntas. O público começou a criar uma identidade com o personagem e graças a Deus depois de 5 anos o Vesgo continua no ar. Comecei então a cobrir portas de festas com celebridades. Comecei fazendo algumas matérias sozinho. Depois, o Ceará (Silvio) também começou a gravar, porém em momentos separados. Ele ficou responsável pelos famosos e eu entrevistava as pseudo-celebridades, ex-BBBs e outros aspirantes da fama. Depois na edição, nos colocavam na mesma matéria. Aos poucos começamos a gravar juntos as festas e a parceria acontece até hoje. O quadro "Vesgo e Silvio" é o único do "Pânico" que surgiu junto com o início do programa em 2003 e que permanece no ar até hoje.
Você o considera basicamente um personagem?
O Vesgo tem muito da minha ousadia e persistência, mas é basicamente um personagem sim. O Vesgo é cara de pau, ousado, afiado, louco, divertido, brincalhão, galanteador. Eu sou mais tímido, reservado, apesar de ter o bom humor característico do meu personagem.
Você acha que agora os famosos respeitam mais o trabalho de vocês por conhecerem bem o Pânico?
Com certeza. Em cinco anos de programa temos um saldo extremamente positivo de personalidades que respeitam nosso trabalho e brincam com a gente. Quem é bem resolvido na vida, geralmente não tem problema com o programa. Fico feliz por nesses anos de programa termos conquistado o carinho dos artistas do esporte (Felipe Massa, Pelé, Robinho, Kaká, Dunga, Oscar, Hortência..), das novelas (Tony Ramos, Fernanda Montenegro, Antonio Fagundes, Suzana Vieira, Tarcisio Meira, Selton Mello) da TV (Gugu, Silvio Santos, Faustão, Luciano Huck, Galvão Bueno), dos políticos ( Lula, Kassab, Jose Serra) entre outros famosos, empresários e empresas patrocinadoras do programa, que acreditaram no nosso trabalho. Agradeço a todos pelo saldo positivo do programa. A minoria que torceu contra o programa, e ainda torce, a minoria que levou o pânico à justiça, meus sinceros cumprimentos e muito obrigado!!!! Parabéns!!!! Sem vocês não teríamos a mesma força para sempre querer crescer e se manter nesses 5 anos.
Além do Silvio Santos, qual outro momento marcante para o repórter Vesgo? E qual foi a pior entrevista?
Foram muitos os momentos marcantes. Além das entrevistas, Sandálias da Humildade e Dança do Siri, o que mais me marcou foram as viagens internacionais. Em 2006, fomos para a Alemanha para cobrir a Copa do Mundo. No início desse ano entrevistei a Britney Spears, em Los Angeles, com uma peruca rosa. Tivemos a oportunidade de estar no Oscar 2008, cobrir a corrida do Queijo na Inglaterra, a Corrida dos Touros e a Guerra de Tomates, na Espanha. Na Escócia, encontramos a mulher com mais piercings no mundo. Na França, cobrimos o casamento de Ronaldinho e Cicarelli. Na Argentina, fomos atrás do Maradona. Nossa!!! São tantos momentos marcantes que pensamos até em escrever um livro, mas isso é um projeto futuro.
Qual foi a pior briga com uma celebridade?
As piores são as que o entrevistado se utiliza da violência para combater o humor. Agressão e violência nunca vencerão o humor. O público percebe isso e rejeita quem tem esse tipo de atitude.
Você se arrepende de alguma brincadeira que tenha feito?
Já. Todo ser humano erra... Os arrependimentos vêm com os erros. Sábio é aquele que transforma os erros em aprendizado para que eles não tornem a ser uma verdade. Portanto, o Vesgo de hoje é muito maduro que o moleque de 22 anos que começou em 2003.
Com é o assédio dos fãs? Alguém já pediu um selinho do Vesgo e você teve de dizer não? Como foi?
Já dei muito selinho em fã... As meninas que me abordam nas ruas ou até mesmo na platéia sempre me pedem selinho. Já tive que negar sim. Quando namorava, por respeito, nao dava selinho ao lado da minha ex.
Como você avalia o humor hoje na TV? E as comparações com o "CQC"?
Acredito que o que começamos há cinco anos, começa agora a ganhar mais força com o surgimento de programas também ousados como o "CQC", da Band. O "jornalismo-deboche" vem ganhando mais espaço e acho isso válido para aquecer o mercado muito escasso de programas ousados. Ao contrário do que muitos pensam, o "CQC" e o "Pânico" são muito amigos. Troco figurinhas sempre nas gravações com o Rafael Cortez e o Danilo Gentilli. O Marco Luque e eu somos parceiros na sinuca e nas baladas aqui de São Paulo. Vejo algumas semelhanças e diferenças entre so dois programas. Os dois têm perguntas ousadas, brincadeiras com um fundo critico, cobertura de festas com celebridades, esportes, política, entregas de presentes curiosos a personalidades. A diferença é que todos do "CQC" são homossexuais, barbados, carecas e o programa é argentino... E argentino dispensa comentários. Como o Maradona, desejo a eles muitos anos de carreira.
Quais os planos para carreira? Você pensa em deixar o Pânico um dia? Ter seu próprio programa?
Tomara que o "Pânico" dure muito tempo na TV. Torço muito para que isso aconteça e que eu possa fazer parte de tudo isso. Tenho sim um sonho de apresentar um programa, mas não tenho pressa. Era apenas repórter, hoje já estou no palco apresentando matérias e merchans. Sei que com muito trabalho, esforço e persistência a gente sempre realiza nossos desejos. Já realizei muitos sonhos de infância, assim, não vai ser diferente agora. Sou novo ainda na TV. Quero trabalhar muito ainda, aprender muito até chegar a esse objetivo.
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"Minha vida nunca foi um mar de rosas"
O estilista especializado em vestidos de noiva, Ronaldo Esper, nasceu em Jacareí, mas passou uma pequena parte de sua adolescência na cidade de Taubaté, no interior do estado de São Paulo. Desde garoto, Ronaldo Esper descobriu que tinha muita habilidade para desenhar, mas nunca freqüentou escolas de arte.
O estilista completou 41 anos de carreira e lembra que despertou o gosto pela alta costura ainda muito jovem. Esper lembra que sua mãe costumava comprar algumas revistas e jornais de moda. Em 1963, o estilista prestou vestibular para cursar Filosofia e passou na USP (Universidade de São Paulo).
Esper sempre acreditou que a carreira de Filosofia seria muito importante para que ele pudesse se tornar um verdadeiro crítico de arte. Na década de 60 resolveu montar um ateliê, mas nessa época tudo era mais difícil, até porque as melhores casas tinham os melhores profissionais. Depois de alguns anos o estilista fechou o ateliê e foi embora para Europa, e lá ficou por três anos. E quando retornou para o Brasil abriu novamente um novo ateliê de costura e descobriu que o negócio seria trabalhar com noivas. Atualmente, Ronaldo Esper aparece na telinha com o quadro “Agulhadas” no "SuperPop", da Rede TV!.
Confira a seguir a entrevista exclusiva de Ronaldo Esper ao Famosidades
Famosidades - Você teve que abrir mão de seu ateliê quando foi trabalhar na televisão?
Ronaldo Esper - Na verdade, eu nunca deixei o meu ateliê. Ele sempre funcionou. A única coisa diferença é que saímos do local que ficava na Avenida Rebouças, e voltamos para o antigo ateliê, em que estamos hoje, na rua Frei Caneca, em São Paulo. Aliás, da onde nunca deveríamos ter saído, porque aqui sempre teve um funcionamento muito melhor, além de ser um grande sucesso. Graças a Deus voltei para cá. Então, resumindo, eu continuo trabalhando no ateliê e na TV.
Aparecer na revista “G Magazine” foi uma surpresa?
Tudo isso foi uma grande brincadeira que deu certo. Eu fui convidado pela revista “G Magazine” para participar da sessão de entrevistas. Fui falar sobre as “agulhadas” que costumo dar nas celebridades, e no final de tudo, eu falei brincando: “Agora eu vou tirar a roupa”. E a produção da revista concordou. Foi tudo muito profissional, porque eles trabalham com nu explícito, mas no meu caso, foi apenas nu artístico.
Você se considera o estilista mais famoso do Brasil? Por quê?
Na atual conjuntura, sim. A minha casa de costura está aberta há 45 anos, funciona perfeitamente bem, é uma firma aberta, trabalho com 18 funcionários. Não é para qualquer um. Minha vida nunca foi um mar de rosas, por isso me considero o estilista mais famoso, mas na minha época as coisas eram mais fáceis. Hoje em dia, a situação não é muito favorável para quem quer se lançar em qualquer carreira, é muito mais difícil de se estabelecer, até mesmo por conta da situação atual do mundo e das diversas crises financeiras. Os estilistas Glória Coelho e Carlos Miele são exemplos de profissionais que admiro muito. São bastante competentes e sempre batalharam bastante no decorrer de suas carreiras.
Por conta das “agulhadas”, você tem recebido muitos processos?
Primeiro de tudo, conseguir o quadro das “Agulhadas” foi uma grande surpresa que deu certo. É o quadro de maior audiência do “SuperPop”, da Rede TV, apresentado por Luciana Gimenez. Eu estou muito feliz nessa emissora, o diretor me dá total liberdade para apresentar o quadro do meu jeito. Já renovei o meu contrato. As pessoas que eu costumo “alfinetar”, encaram com bastante bom humor e ninguém nunca me processou. Apenas a Zilú Camargo, que entrou com um processo contra mim, mas foi recusado.
Como você encarou toda a situação que envolvia o sumiço dos vasos do cemitério?
Esse caso já foi absolvido. Não roubei esses vasos de ninguém. Eles não tinham um dono e não estavam em nenhum túmulo.
Existem boatos de que você seria nome forte para candidato a Secretaria da Cultura. O que tem de verdade?
Só não me candidatei antes para Secretário da Cultura, porque teria que ficar 90 dias afastado da televisão, o que para mim é muito tempo. Vou começar a estudar a proposta para me candidatar a Deputado Estadual pelo PTB (Partido Trabalhista Brasileiro). O partido já está muito antiquado, já está muito desgastado e precisa urgente de uma renovação em seu candidatos. Fui convidado por todos os partidos, menos pelo PT (Partido dos Trabalhadores). Se eu conseguir me eleger, pretendo fazer algumas mudanças e trabalhar muito. Quero transformar São Paulo na capital da moda. Tenho diversos projetos para os homossexuais, mas nada de concreto ainda, estou estudando. Pretendo criar escolas profissionalizantes de costureiras e tentar arrancar o preconceito que ainda existe com esse setor. Por exemplo, uma moça que prefere ser recepcionista a ser uma costureira profissional, e talvez um dia ser capaz de abrir o seu próprio ateliê.
O que você acha desse novo conceito de “candidato-celebridade”?
No meu caso, eu não tinha a intenção de me candidatar, fui convidado, mas eu acredito que, não é só porque uma pessoa é famosa que ela vai conseguir se eleger, isso é uma ilusão. Nem sempre esse “candidato-celebridade” tem condições de seguir na carreira política, precisa de muito estudo e conhecimento avançado do setor no qual quer trabalhar.
Você sempre sonhou em ser estilista?
Quando estava no primário, criei meu primeiro modelo. Desenhava nos cadernos. E quando minha mãe ia para a costureira, eu sempre acompanhava. Sempre sonhei em ser estilista. Comecei aos 17 anos na casa Vogue, que antigamente era Daslu.
Postado por Ronald às 20:24 0 comentários
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Galisteu surpreende em entrevista
Adriane Galisteu surpreendeu ao responder às perguntas ‘fora do comum’ feitas pelo jornal Extra. À publicação, que normalmente escolhe uma estrela para falar de assuntos nada rotineiros, Adriane Galisteu disse que não gosta de usar calcinha – e que até faz xixi em pé. “Sou do tipo sem calcinha...”, disse ela.
A apresentadora contou ainda que tinha o apelido de Neném, quando criança, e que não suporta música country ou forró. Quando questionada sobre aquela vontade de fazer xixi quando está ao vivo, declarou: “Segurar é a pior coisa do mundo! Sou craque em fazer em pé, falando com alguém no telefone. E ninguém percebe!”, disse. Vai entender!
Postado por Ronald às 18:03 0 comentários
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Roger Gobeth investe no drama
Chamas da Vida tem sugado as energias de Roger Gobeth. O ator, que interpreta o bombeiro Guilherme na novela da Record, já suou a camisa em cenas de salvamento, sempre com muita ação. E agora tem feito um esforço psicológico para dar vida a um personagem que se descobriu soropositivo na história. "Não é fácil gravar algumas cenas.
Mas nunca achei que meu trabalho ia ser mole. Investiguei pouco sobre os portadores para seguir menos pela razão e ir mais pela emoção", explica o intérprete.
Quando estreou na tevê em Malhação, da Globo, em 2000, Roger já falou de Aids ao interpretar o namorado da personagem Sabrina, de Samara Felippo, que tinha a doença na novela. "Brinco que peguei Aids naquela época e estou desenvolvendo agora", diz Roger. Mas ele rapidamente se corrige pela descontração ligada a um assunto que considera tão sério e destaca as dificuldades que sente em fazer drama. "A gente mergulha em um tema pesado e vive isso no dia-a-dia, o que exige muita concentração. Para mim, comédia é mais fácil", diz.
Mas é justamente a dificuldade que sente ao defender o atual personagem que anima o ator de 35 anos. "Se não tomamos cuidado, caímos na armadilha de trabalhar na nossa zona de conforto", defende Roger, ao enfatizar que sempre buscou a diversidade na carreira.
Para ele, a indústria da TV realmente não está muito disposta a arriscar. Mas também não impõe que os profissionais repitam sempre o mesmo papel. Tudo depende das escolhas do ator. "Nós é que temos de arriscar dentro daquilo que nos é dado. Assim mostramos que podem nos confiar um outro tipo de trabalho", acredita Roger, dizendo que a vida dos atores é um jogo de acertos e erros.
Roger prefere enfatizar o que deu certo e não destacar os enganos, mas admite que já viveu momentos de desânimo na carreira. "Nesses oito anos de TV, não passei o tempo todo trabalhando", ressalta.
Na transição da Globo para a Band, onde viveu o galã Frederico de Floribella, Roger chegou a ficar um ano sem atuar. "Você escolhe uma carreira que é instável, mas as contas a pagar são estáveis", enfatiza o ator que, antes de entrar na Record, nunca tinha assinado um contrato de longo prazo.
Assumidamente inseguro, Roger adora receber um elogio do diretor ao final de uma cena, o que tem acontecido com uma boa freqüência em Chamas da Vida.
"Por mais que uma novela faça sucesso, você está inserido em um grupo e não sabe medir o quanto o seu trabalho é importante ali", justifica. Seis quilos mais magro para dar veracidade ao drama de Guilherme - ele pretende perder mais três - o ator acredita ter conquistado a confiança dos diretores da Record por todo o empenho que procurou manter ao longo da carreira.
E aí, ele faz duras críticas àqueles que são impiedosos com o seu início em Malhação, quando interpretou o bronco Touro. "De lá saem alguns profissionais super talentosos, outros bons e algumas pessoas que não acontecem. Quem tem só carinha bonita não permanece. Mas eu estou aqui, trabalhando."
Chamas da Vida não marca apenas um bom momento na vida profissional do ator. Ele também vive um namoro longo com a atriz Juliana Silveira, a protagonista da trama. E como um bom trabalho está acima de tudo, Roger afirma que as cenas mais sensuais que ela faz ao lado de Leonardo Brício não o incomodam.
"Torço por ela. E a história de um personagem só funciona quando há entrosamento com o par romântico. Não é legal ver quem a gente ama nos braços de outra pessoa, mas eu entendo", afirma.
Curso de arquitetura foi concluído
Roger Gobeth faz questão de dizer que cada trabalho em sua carreira foi conquistado com muito esforço. "Sou de Piracicaba, não conhecia ninguém no início. Sempre fiz teste para os papéis", destaca o ator, que entrou em contato pela primeira vez com as câmaras em filmes publicitários. "Dei sorte de começar com o Fernando Meirelles, que foi buscar personagens na minha faculdade", conta.
Os planos do ator incluíam outros projetos, os arquitetônicos. Ele deixou o interior de São Paulo para fazer Arquitetura na USP e, mesmo enveredando para o universo da TV no final do curso, cumpriu suas obrigações na universidade. "Seria um crime se não me formasse. Meus pais sempre me deram o melhor estudo para que eu conhecesse o rico espaço da universidade pública", lembra Roger.
Para ele, o diploma trazia não só uma segurança, mas também era o resultado de uma vivência que faz toda a diferença em sua carreira.
"O curso me fez sensível às mudanças do mundo. Presto atenção na cidade que vivo, nas cidades que visito", diz ele, que nunca exerceu a profissão. Antes de estrear na tevê, em 2000, Roger fez dois anos de curso de teatro com a atriz Cristina Mutarelli, em São Paulo.Além de Juliana Silveira, com quem está há três anos, o ator já namorou duas atrizes. Samara Felippo, na época de Malhação, e Fernanda de Freitas, quando fez Coração de Estudante.
Diário do Grande ABC
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"Não me vejo como celebridade"
Rafael Cortez não pára um segundo. Enquanto dava entrevista ao Famosidades, o repórter do programa "Custe o que Custar", da Band, se dirigia para o ensaio fotográfico de uma revista, parou na emissora para pegar a sua indumentária, um terno preto, e ainda gravou uma chamada para o "CQCteste".
A conversa é claro, foi interrompida algumas vezes, mas nada que tirasse o bom humor desse paulista de 32 anos. Durante o bate-papo, Rafael Cortez, que atualmente está solteiro, falou da vida, da fama, do "CQC" e ainda fez algumas revelações. Como por exemplo, que em 2005, um ano depois de se formar em jornalismo pela PUC, queria morar em Florianópolis em busca de uma melhor qualidade de vida.
Disse ainda que seu passado o condena! O ator, produtor, músico e jornalista confessou que já fez muitas loucuras na carreira, como ter sido paquito de um programa trash da década de 90, lembrança que lhe causa muitas risadas até hoje. Ao longo da conversa, Cortez ainda revelou que além de fãs, micos e realizações, ele coleciona ídolos na carreira de jornalista e cita com carinho os nomes de Boris Casoy, Mino Carta, Assis Chateaubriand e claro, Marcelo Tas, como algumas figuras emblemáticas que norteiam sua caminhada de repórter. Inquieto assumido, Rafael Cortez também é bastante versátil na carreira. Desde a estréia no "CQC", o ex-produtor já entrevistou Chefes de Estado, estrelas de Hollywood, banqueiros fugitivos e até João Gilberto, conhecido pelas raras aparições em veículos de comunicação.
A façanha inclusive, lhe rendeu vários elogios, mas nem por isso, acalmou o ímpeto do repórter. Cumprida a promessa de entrevistar o pai da MPB, Cortez mantém o tom e só muda o gênero: sonha agora ficar cara-a-cara com Maria Bethânia. E mais: quer ofertar os famosos óculos do CQC à diva da música popular brasileira. E claro: ao final do papo, Rafael respondeu a pergunta que nem o Marcelo D2 nem o João Gilberto souberam responder: qual é o segredo da batida perfeita? Confira!
Famosidades - Hoje a fama lhe trouxe várias coisas novas e inimagináveis. Porém, você sente saudades do seu tempo de pessoa “anônima”?
Rafael Cortez - Apesar do público da TV ser bem maior, eu sinto muita falta dessa troca do teatro. Para se ter uma idéia, eu passei quatro anos em cartaz com a peça "Os Saltimbancos" e nos apresentamos para mais de 35 mil pessoas. Após sua entrada no "CQC" sua vida virou de pernas pro ar. Seu orkut e seu blog ganharam uma visibilidade imensa e constam neles centenas de recados e declarações de amor de fãs de todo o Brasil.
Como você encara tudo isso? Essa fama te assusta às vezes?
Toda essa fama fascina mais do que assusta. Um exemplo disso é o alcance que o programa tem. Nem eu nem os meninos temos a real consciência da forma como chegamos às pessoas. Aqui em São Paulo é aquela manifestação mais contida, chamam a gente de "CQC."Já aí no Rio ou em outras cidades nos chamam pelo nome. Esse assédio corporal não me incomoda. Tiro fotos, dou autógrafo numa boa e nem deixei de ir à padaria ou à balada por isso. Sinceramente não me vejo como uma celebridade. Mas por outro lado, a internet me assusta e muito. Essa dependência que algumas pessoas acabam criando, seja por orkut ou pelo blog, incomoda um pouco.
No "CQC" o Rafael Cortez é o repórter xavecador, aquele que desconhece cor, credo ou idade. Você acha que por isso muita gente acaba te julgando pelo personagem? Isso te incomoda?
Essa atribuição de repórter paquerador tem o seu lado bom e ruim, como tudo no "CQC". Muitas vezes as mulheres é quem tomam a iniciativa e chegam na cara-dura mesmo. Por outro lado, essa "fama" afasta aquelas que poderiam ter um relacionamento mais sério com a gente.
Você está acostumado a ver a loucura que as fãs fazem por você. Mas e o Rafael Cortez, já fez alguma loucura por amor?
Eu namorei uma garota que tinha um ex que ainda gostava dela na época e o cara a perseguia. Só que ele era forte e malhado. Uma vez, nós estávamos em uma festa onde eu era o produtor e precisei deixá-la sozinha por um tempo. O ex então, aproveitou para começar a dar em cima dela na maior cara-de-pau. Só que mesmo de longe, eu via toda a movimentação dos dois e a reação de repulsa dela. Aí teve uma hora que eu não agüentei e fui lá tomar satisfação com o cara. Bati nas costas dele e falei: “Escuta aqui, você está cantando a minha namorada? Não está vendo que ela está comigo?”Então o cara falou: “Vamos resolver isso agora!” A coisa ia ficar feia, mas aí me bateu o bom senso e eu falei: “Poxa cara, agora ela está em outra. Esquece isso, vamos sentar que eu te pago um drinque.” Ele ficou tão surpreso com a minha reação que me pediu mil desculpas e no final tudo acabou bem.
Você é membro vitalício do clube dos que perdem o amigo, mas não perdem a piada. Porém são apenas as celebridades que são alvos do seu bom humor ou seus amigos também já vestiram as saias justas assinadas pelo Rafael Cortez?
(Risos)Tem uma amiga minha que teve um relacionamento de cerca de dois anos com um outro amigo nosso. Mas o namoro não deu certo, cada um foi pro seu lado e eles nunca mais se viram. Só que há cerca de três meses, eu fui para a “Flip” em Paraty e coincidentemente, a encontrei lá durante o dia e com ele, à noite. Os dois não sabiam da presença um do outro. Mas foi então que a galera toda se encontrou e pintou o maior clima chato. Eu então falei: “Pois é, todo mundo aqui reunido: as pessoas gratas e as não gratas. Vamos todos tirar fotos juntos e felizes: as pessoas gratas e as não gratas!” Só que a minha amiga não gostou nem um pouco da brincadeira e foi embora brava comigo. Nos encontramos tempos depois e ela ainda estava chateada. Pedi desculpas e aleguei que foi só uma brincadeira, mas ainda levei um puxão de orelha dela.
Além das matérias externas, você está à frente do famoso quadro que testa o Coeficiente de Inteligência (Q.I) das celebridades: o "CQTeste." Muitos artistas já se viram em maus lençóis com as perguntas capciosas da produção e mostraram que apagaram de vez da memória, os tempos de colégio. Mas e você Rafael, foi um bom aluno na escola?
Quando eu era criança sempre fui bom aluno, estudava mesmo, ganhei vários prêmios na época. Mas quando eu me tornei um adolescente, chutei o balde mesmo e só colava, não queria saber dos livros.
Quando vocês abordam certas celebridades elas perguntam: “É o programa do Marcelo Tas?” e geralmente mandam um beijo para ele, a se tornam mais abertas para a entrevista. Você acha que se o Tas não estivesse à frente do programa, haveria uma resistência maior por parte de alguns artistas?
O Tas é uma referência profissional. O embasamento moral que ele tem me faz querer chegar aos 48 anos como ele: um cara ético, que sabe amarrar as relações e que tem uma reputação invejável. Por isso é uma honra ouvir dos entrevistados: “É o programa do Marcelo Tas?” Não teve ninguém que falasse de forma depreciativa dele. Não imagino outro a não ser ele no centro da bancada.
Em várias entrevistas vocês sempre afirmam que o sucesso do Custe o que Custar não pode ser atribuído a um ou a outro em particular, mas é um mérito de todos. Nesse caso, você acha que 50 cabeças pensam melhor que uma?
"A produção é a chave do programa. Cada membro da equipe se completa. Desde a pauteira que é uma pessoa incrível e que eu admiro, passando por todos. Cada um com uma história diferente, mas com a mesma vontade e falando a mesma língua. Por isso que dá certo."
Você já falou com líderes de Estado, galãs de Hollywood e até com o João Gilberto. Tem alguma personalidade que te faz pensar: “Poxa, eu tenho que entregar os óculos do CQC pra essa pessoa”?
Eu quero muito falar com a Bethânia. Além de ser uma referência musical, ela é pra mim a última diva viva da MPB. Quem o ouve reverenciar a filha de dona Canô, nem imagina o que o nome "Nara Leão" pode lhe causar. Todos que acompanham sua carreira sabem que é fã assumido da cantora capixaba.
Mas e se o repórter do CQC pudesse fazer uma pergunta para a Nara, se esta ainda estivesse viva, qual seria?
Acho que eu perguntaria: “por que você é assim”? Daí emendaria: “tão doce, tão musa, tão Nara?" Como surgiu o bordão “Viva!”? (Risos) Ele veio da época em que eu interpretava o “Ben Silver”, um personagem da peça “Made in Brasil” que foi uma adaptação de “Roda Viva”, do Chico Buarque. Na peça, eu falava esse bordão. Daí um belo dia, eu resolvi falar isso durante uma matéria, repeti em outra e mais outra. Quando eu vi, as pessoas já estavam falando e pegou.
O programa realizou a cobertura das eleições no Rio e em São Paulo e levou até o Marco Luque para as ruas. Você já tinha feito a cobertura jornalística de alguma eleição ou essa foi a sua primeira vez?
Como jornalista eu nunca tinha feito. Em 2004 fui assessor parlamentar de uma vereadora e acompanhei as eleições municipais com o olhar de um assessor. É um trabalho difícil porque as pessoas esperam muito de grandes matérias assim. Então a gente tem que estudar, se preparar antes para não fazer feio na hora. Mas foi uma experiência muito boa.
Atualmente, você está envolvido com os audiolivros de Machado de Assis. No projeto, você "emprestou" a voz a três obras do autor: "Dom Casmurro", "O Alienista" e "Memórias Póstumas de Brás Cubas." Como foi essa experiência que mesclou narração e música?
Acho que o que mais me motivou a participar foi a possibilidade de ver imortalizadas através da voz, esses clássicos da literatura. Sinto-me muito feliz em proporcionar às pessoas acesso a um conteúdo mais erudito e importante na formação de cada uma delas. Por mais que exista um certo 'oba-oba' em torno do meu nome, se uma parte do público que comprar os audiolivros se deixar enredar pela obra, será lucro. E eu me preocupo com isso já que sou um formador de opinião e tenho consciência desse papel.
Confira abaixo um rápido bate-bola com o Rafael Cortez. E, apesar de ser neutro no futebol, o moço não fez feio.
O Reginaldo faria, mas eu não: Dormir com a Beth Faria (risos)
Fico tímido quando: Respondo a perguntas como a anterior (risos)
Preciso parar: De comer strogonoffe à noite antes de dormir. Engorda.
Queria ser uma mosca para: Entrar no banheiro da Isis Valverde na hora do banho (risos).
Custe o que custar eu: Volto aos meus 78kg
Não vivo sem: Música 32 anos de muita: Labuta
Irmãos: Amigos de verdade
CQC: Grande amor
Significa: Clodovil (risos)
Microfone ou violão? Violão
Qual é o segredo da batida perfeita? Swing puro! (risos)
Inscrição que gostaria que estivesse na sua lápide: "Rafael Cortez: viveu e fez tudo o que quis!"
Famosidades
Postado por Ronald às 21:31 0 comentários
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10 coisas sobre:Fábio Jr
Pai
Fábio Corrêa Ayorsa Galvão, ou simplesmente Fábio Jr., gravou o seu primeiro trabalho em 1976. Mas foi dois anos depois, na série Ciranda Cirandinha, televisionada pela TV Globo, que Fábio interpretou o maior sucesso de sua carreira, a música Pai, que posteriormente deu origem à novela Pai Herói. A canção é uma declaração de amor do filho para o pai, que na época havia se separado da mãe de Fábio. Além de ganhar fama entre as mulheres, em 1984, ele também conquistou o coração da criançada, ao participar do álbum, A Turma do Balão Mágico Especial, com a música Amigos do Peito.
Em 1979 Fábio e Glória Pires se conheceram nos bastidores da novela Cabocla, na qual vivam o casal Luiz Gerônimo e Zuca. Eles passaram a ser os queridinhos da TV e, em 1980, viveram um par romântico novamente na TV, no especial Romeu e Julieta, também da Globo. No mesmo ano, eles se casaram e dois anos depois, em outubro de 1982, nasceu a primeira e única filha do casal, Cleo Pires. O casamento chegou ao fim em 1983, quando a pequena tinha apenas um ano.
Em 1976, aos 23 anos, o cantor casou-se pela primeira vez. Tereza de Paiva Coutinho foi a esposa número da lista do cantor. Em seguida, em 1980 foi a vez da atriz Glória Pires. Já em 1986, Fábio Jr. casou-se com a artista plástica Cristina Kartalian. O quarto casamento foi em 1995, com a atriz Guilhermina Guinle. Em 2001 teve um casamento relâmpago com a atriz Patrícia de Sabrit. A união durou cinco meses. Em setembro de 2007, o cantor casou-se pela sexta, e quem sabe, última vez. A modelo Mari Alexandre espera um bebê do cantor.
Em 1985, Fábio lançou um hit que marcou época. Quando Gira o Mundo, do CD Fábio Jr. Quando Gira o Mundo, foi e é até hoje um dos seus maiores sucesso. A música também faz parte do álbum Fábio Jr. Ao Vivo (1989). Ele repetiu a dose no trabalho Só Você e Fábio Jr. Ao Vivo (1997). A música também pode ser ouvida na voz da cantora Joanna, que fez uma participação especial no trabalho Fábio Jr. & Elas (2008).
O ano de 1985 marcou a história do ator e cantor. Além do sucesso com a música Quando Gira o Mundo, Fábio Jr. também se destacou na pele do personagem Roberto Matias, na novela Roque Santeiro. Na trama, Roberto Matias, vivido por Fábio, era um ator que fazia parte do elenco do filme A Saga de Roque Santeiro, que ia ser rodado na cidade de Asa Branca. O mulherengo Roberto Matias se envolve com a viúva Porcina, vivida por Regina Duarte, com Tânia, filha de Sinhozinho Malta, e outras personagens.
Depois de seis anos afastado das novelas, Fábio Jr. voltou às telinhas em 1992, na trama Pedra Sobre Pedra, de Aguinaldo Silva, Ana Maria Moretzsohn e Ricardo Linhares. O personagem de Fábio, o fotógrafo Jorge Tadeu, conhecido por seduzir as mulheres casadas da cidade de Resplendor, logo caiu no gosto dos telespectadores. Foi um grande sucesso na carreira do ator.
Fábio Jr. viveu intensamente todos os casamentos. Tanto que, com quase todas as ex-mulheres, teve um filho. Do primeiro casamento, com Glória Pires, nasceu a bela e também famosa atriz Cléo Pires, de 26 anos. Depois, da união com a artista plástica Cristina Kartalian, nasceu Tainá, de 22 anos. Em 1987, nasceu a segunda filha do casal, Krizia, de 21 anos. O terceiro filho de Fábio e Cristina chegou em 1990. O cantor Felipe Galvão hoje tem 18 anos e já faz sucesso entre os adolescentes. A ninhada não parou por aí, mas um pimpolho está a caminho. Sua atual esposa, Mari Alexandre, está grávida e espera um menino.
Depois de quatro casamentos, o ator e cantor Fábio Jr. apaixonou-se pela atriz Patrícia de Sabrit e, em janeiro de 2001, casou-se novamente. Mas, após apenas cinco meses de união, 'a fila andou de novo' e Fábio separou-se da esposa sem mesmo comunicá-la. No Dia dos Namorados a atriz saiu de casa e quando percebeu a notícia do final de seu casamento já havia se espalhado pela imprensa.
Nina, que foi ao ar em 1977 pela TV Globo, é a primeira novela de Fábio Jr. No ano seguinte, ao lado de Lucélia Santos, Jorge Fernando e Denise Bandeira, ele participou da série Ciranda Cirandinha, de Daniel Filho. Em 1979, fez parte do elenco da novela Cabocla e do seriado Malu Mulher. Água Viva, também da Globo, foi a próxima novela da qual o ator participou. O Amor é Nosso foi o seu próximo trabalho, seguido por Louco Amor. Em 1985, viveu Roberto Matias em Roque Santeiro e, após seis anos, voltou a atuar, no elenco da novela Pedra Sobre Pedra. Em 1996, viveu Antônio Alves, na novela Antônio Alves Taxista, do SBT. Dois anos depois, o ator volta à Globo em Corpo Dourado, como o personagem Billy.
Seguindo a onda do rei Roberto Carlos, o cantor resolveu mudar o cenário de seus shows. Em vez de cantar em terra firme, Fábio Jr. faz seus espetáculos também num palco, só que a bordo de um navio. São os cruzeiros marítimos, que oferecem todos os tipos de diversão aos seus tripulantes. Portanto, não se espante se cruzar com o capitão Fábio Jr. num navio. Postado por Ronald às 09:20 2 comentários
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A primeira viagem
Entre elefantes,motoristas de took took que dirigem olhando para trás e um calor de 42 graus,a atriz nos conta como foi sair do país pela primeira vez e fala da saudade do namorado, o ator Marcelo Faria, e da família.
Arrumar as malas. Não foi algo tão fácil para Isis Valverde, 21 anos. Afinal, seriam quase 10 mil quilômetros, atravessando o continente africano até chegar a Jaipur, na Índia, para conseguir o primeiro carimbo de viagem internacional em seu novíssimo passaporte. Ela achou que o primeiro borrãozinho circular escrito seria ''Paris, França'', mas no dia 29 de setembro pisou mesmo foi no cenário da nova novela de Glória Perez, Caminho das Índias.
Foram 13 dias de muito trabalho para a menina nascida na pequena Aiuruoca, interior de Minas Gerais. Meu Deus, o que estou fazendo aqui?, ela pensou nos primeiros momentos do choque cultural, do horizonte com uma paisagem diversa, da interação com um povo hospitaleiro, do olhar para cima e ver um enorme elefante, de seguir por um trânsito louco sem sinais com seu chofer dirigindo e olhando para trás ao mesmo tempo... Tudo isso Isis nos conta em um bate-papo entremeado com risos nervosos, saudade e descrição sincera de uma garota em sua primeira viagem internacional. Embarque...
Namastê!, ela ouve ao chegar ao saguão do luxuoso hotel Rambagh Palace, em Jaipur, depois de 16 horas de viagem. Significa ''o divino em mim saúda o divino em você''. ''Teve um momento em que eu não sabia mais que dia era da semana ou do mês. É uma loucura esse fuso horário, diz a atriz sobre a diferença de sete horas. Eu fui corajosa. Todo mundo me falou isso. Saí pela primeira vez do Brasil e fui para a Índia, um lugar tão diferente. Se ainda fosse ali para Nova York... Lá o povo fala enrolado, mas tudo bem (risos). Eu fui parar do outro lado, onde o povo fala inglês, mas mistura com o híndi. Fiquei meio perdida'', diz a novata em viagens, que estudou inglês durante cinco anos. ''Às vezes eles não me entendiam. Depois de tentar por meia hora, eu, nervosa, ia para o português e eles para o híndi'', explica, aos risos.
''O namoro está maravilhoso'', ela conta sobre a relação de quatro meses com o ator Marcelo Faria, 36. Na ficção, sua personagem na novela vai se casar. Na vida real, declara o que uma mulher recém-chegada aos 20 diria: ''Não me animo a casar, não! Só tenho 21 anos, sou muito nova, tenho muito chão pela frente. O máximo que me animei nesse sentido foi posar para uma revista de noivas. Só de mentirinha. Com Marcelo ainda não rolou esse tipo de conversa''. Uma semana depois de voltar da Índia, ela juntou as malas com as do namorado e os dois foram para Fortaleza, Ceará. Apesar do trabalho envolvido (a temporada da peça dele, Dona Flor e Seus Dois Maridos), claro, aproveitaram para namorar um pouco nos dias de folga da atriz. ''Já conseguimos matar a saudade. Pude matar a saudade até da minha cadela, Honey, que ficou com febre na minha ausência. Já o Marcelo não teve febre, não...'', brinca ela. Homens e mulheres na Índia usam uma vestimenta carregada de simbolismo. ''As mulheres têm de usar uma marca. Pode ser uma mangala sutra, uma mancha no cabelo ou um anel de aliança. É uma forma de dizer que a pessoa é casada com alguém. Lá não existe namoro. Só noivado e casamento. Não existe esse tempo pra conhecer a pessoa com quem vai se viver. Sou a favor de casar na hora que tiver vontade e não por imposição da sociedade. Mas cada cultura é de um jeito'', reflete Isis.
A Cidade Rosa, como Jaipur, no estado do Rajastão, é conhecida (em 1876 o marajá mandou pintar suas construções dessa cor para receber o príncipe de Gales), começou a fascinar Isis em pouco tempo: ''Passado o choque diante dos costumes, da religião, do fato de ter de andar toda tapada, eu fiquei encantada. Via aquele povo buzinando na rua porque não há sinal de trânsito... Tem de atravessar correndo. Depois disso tudo, a Índia te pega e você fica apaixonada observando aquela arquitetura surreal, a dança, a música, a rua toda colorida. É um lugar muito caloroso, lindo demais. Quem tem uma sensibilidade muito forte pode ficar até doente diante disso tudo. É muita energia que há naquele pedaço de chão''. A cidade tem cerca de 2,46 milhões de habitantes.
Um susto com um elefante, claro, poderia acontecer. Eles estão pelas ruas e em uma cena Isis teve de interpretar a realidade. ''Dei de cara com um. Senti um medo danado quando vi aquele bicho, mas fiquei louca porque ele era lindo demais. Depois do susto, dei banana para ele, passei a mão. Ele até pegou o pé da Betty (Gofman, 43) com a tromba'', explica. Isis chegou a andar em um elefante, sem nenhuma instrução do guia: ''Era um macho gigante! A cada passo do animal, você vai lá na frente e volta. Era uma loucura''.
Took took, é esse o nome do transporte que Isis usou entre as gravações da novela. Miniveículos táxi em que a grande curiosidade é quem dirige. Isis ficou amiga de Cha Cha, no ponto em frente ao hotel. ''Ele era um querido, mas falava que nem uma gralha. Bastava perguntar para onde ele estava me levando que começava a contar a sua história de vida, desde o início. Às vezes eu preferia ficar quieta. Lá eles viram para trás para conversar enquanto estão ao volante e lá vai a vaca atravessando no meio do caminho. Você só tem tempo de gritar 'urru!'. O impressionante é que não acontece nada!'', diz aos risos. Outra maravilha para Isis foram os tecidos. ''Os panos são absurdamente lindos. Dá para comprar e mandar fazer a vestimenta na hora, mas eu preferi comprar os modelos prontos. Um eu pedi para ajustar porque a fôrma na Índia é maior que a do Brasil'', ela conta, arrependida de não ter levado uma mala extra para trazer tudo! ''Para a minha mãe (a escrivã Rosalba Valverde, 44), eu trouxe uma pulseira. Comprei vestidos e elefantinhos para enfeitar minha casa. Ah, o Marcelo também ganhou presente, mas não vou contar o que é!'', avisa Isis.
Nenhuma lágrima na despedida, quando Isis embarcou para a Índia, em 26 de setembro. ''Minha mãe estava com medo de eu não agüentar de saudade. Em vez de ligar todo dia, nós conversávamos por MSN. A verdade é que lá eu tirei forças até de onde não tinha para suportar a saudade, a novidade. Quem já viajou para fora do país entende o que estou falando. É uma sensação de estar só, não no sentido de estar sem sua mãe, seu namorado, seu cachorro, mas estar em um lugar ao qual você não pertence'', analisa. ''Eu sou apenas uma poeirinha cósmica. Senti uma emoção fortíssima.'' Na viagem, contou com a amizade de Tony Ramos, 60, e de sua mulher, Lidiane, 56. ''Eu me aproximei muito deles, que são pessoas maravilhosas e me deram dicas. E também da Ju (Juliana Paes, 29) e do Márcio (Garcia, 38). Nós conversávamos por horas. Eles estavam sempre me ajudando, me mostrando o melhor caminho.''Postado por Ronald às 20:54 0 comentários
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Entrevista com Solange Frazão
Na "Casa dos Artistas 3" você teve um "namoro" com o Flávio.Esse "namoro" foi sincero ou foi para favorecer vocês na Casa?
Em 2005 você inaugurou a sua academia.Como ela está hoje em dia?
4-Você publicou em seu Blog na Internet que o poligráfo(máquina usada no programa "Nada além da verdade",para detectar mentiras)estaria mentindo,no resultado dos laudos que acusou que você estaria mentindo no programa.Você mantém esta afirmação?
ESTE FOI UM COMENTÁRIO ESPONTANIO, TENDO EM VISTA QUE A MINHA RESPOSTA FOI VERDADEIRA. NESTE CASO QUEM MENTIU FOI A MAQUINA. ACREDITO QUE AS MAQUINAS NÃO SÃO 100% PRECISAS COMO QUALQUER APARELHO ELETTRONICO. E NESTE CASO, ELA FALHOU E DEIXEI DE FATURAR OS R$100.000,00 NA PENULTIMA PERGUNTA ...UMA PENA!
Você apresentou vários programas na TV e agora está apresentando um programa na Internet.Qual você prefere?Apresetar um programa na TV ou na Internet?
Saúde e Beleza
Você fez alguma dieta milagrosa?Acredita que funciona?
Você é muito vaidosa? Tem algum cuidado específico com a pele e os cabelos?
Que dica você pode dar para as pessoas que querem ficar em forma assim como você
BATE-REBATE
Está informação é oficial do blog "Blog da Fama" e diante de sua cópia sem fontes serão tomadas as medidas legais, como indica o artigo 41 da Lei nº. 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
Postado por Ronald às 15:10 0 comentários
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Entrevista com Emanuelle Araújo
A resposta de uma pergunta conhecida pode descrever Emanuelle Araújo: afinal, o que essa baiana tem? Ingredientes explosivos não faltam para chegarmos à conclusão deste questionamento.
Dona de pernas torneadas, curvas estonteantes, temperadas com um legítimo sotaque baiano e um olhar estonteante, Emanuelle Araújo é um furacão sexy.
Sensualidade à parte, ela rouba a cena como Manu, de "A Favorita", que segundo a atriz é um divisor de águas na carreira.
Bolsa de Mulher: Depois do sucesso em "Pé na Jaca", você volta a se destacar na trama de João Emanuel Carneiro...
Emanuelle Araújo: Toda atriz gostaria de fazer uma garota de programa. A Manu é bem resolvida com a profissão e lida com a maior naturalidade com a questão de trabalho e sexo. Eu tentei fugir do estereótipo da garota de programa retratada no dia-a-dia. Ela se 'monta' mais do que as outras e gosta de aparecer. Para compor a personagem pesquisei o universo dessas meninas, o que pensam e como convivem.
BDM: Nesse mundo de descobertas, o que mais lhe chamou a atenção?
EA: Foi a naturalidade como essas mulheres lidam com a profissão. O que mais me chamou atenção é como elas conseguem ter uma vida vida familiar normal, com namorados, mesmo trabalhando como acompanhantes. É interessante o limite da relação com o namorado e cliente.
BDM: Como tem sido o contato diário com os fãs?
EA: Essa é a primeira vez que tenho esse lado do popular aguçado. Antes, eu tinha sentido isso só com a a carreira de cantora. Fiz "Pé na Jaca", mas o retorno com os fãs não foi igual ao de agora. Outro dia, uma senhora me xingou e disse que eu era sonsa. Aí expliquei que não sou eu, e sim a personagem. Mas tudo acaba sendo o reconhecimento do meu trabalho. O artista vive disso também.
BDM: Você sempre aparece no ar bonita e com o corpo em forma. Como você se cuida diariamente?
EA: Passei a aumentar mais as aulas de ginástica para reduzir o estresse. A ioga é a minha grande atividade. É um exercício corporal completo, que me relaxa e dá o tônus para o corpo que necessito no dia-a-dia.
BDM: Paralelamente ao trabalho na TV, no último Carnaval você gravou o filme "Lavaranc ed Rodavlas". Por que esse nome?
EA: Ele significa Carnaval de Salvador ao contrário. A proposta é justamente essa, que é a de mostrar o outro lado do carnaval da Bahia, em especial das pessoas que não têm tanta possibilidade de aproveitar a data. O nome da personagem é Janaína, que representa a própria Iemanjá. Por isso, eu gravei no dia dois de fevereiro, que é o dia de Iemanjá.
BDM: Com a agenda sempre lotada, sobra tempo de curtir a filhota Bruna?
EA: Claro! Minha filha é a minha prioridade. Quando pode, ela me acompanha nos shows da Banda Moinho. A gente se dá bem e sempre procuramos estar juntas. Eu troco idéia com ela e temos uma relação deliciosa.
Fonte:Bolsa de Mulher
Postado por Ronald às 21:15 0 comentários
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